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	<title>Comentários em: </title>
	<link>http://blog.isvara.com.br/2008/09/19/124/</link>
	<description>Uma realização do Isvara - Instituto de Yoga e Vedanta</description>
	<pubDate>Tue, 07 Sep 2010 21:18:12 +0000</pubDate>
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	<item>
		<title>por: Mírian Rebeca</title>
		<link>http://blog.isvara.com.br/2008/09/19/124/#comment-3230</link>
		<pubDate>Fri, 03 Oct 2008 20:40:55 +0000</pubDate>
		<guid>http://blog.isvara.com.br/2008/09/19/124/#comment-3230</guid>
					<description>Saulo, enquanto lia pela terceira vez o "Varanasi" sabia que tinha algo que eu queria te escrever. Era a respeito de um texto que aí vai, que de tanto que gostei, acabei copiando-o no meu micro. Isto faz muito tempo... uns 6 anos. Para mim é a resposta para a pergunta que eu mesma fiz a você.
 
PERGUNTA: “Crês que precisamos de coisas assim de impacto para termos a verdadeira noção do que é a vida?”

RESPOSTA: "Servo dos servos de Deus" - Huberto Rohden - Livro "De Alma para Alma"

"Quando minh’alma chegou à compreensão da verdade, abandonou o palácio de Herodes e foi em demanda do ermo.
Troquei os lautos festins do tetrarca pelos duros jejuns do austero penitente coberto de pele de camelo.
Longe dos homens e das humanas seduções, queria eu servir a meu Deus.
Orando e meditando – passei longos anos na longínqua solidão.
Só me visitavam os chacais da estepe e umas aves erradias.
Só me cantavam os ventos do deserto e o murmúrio duma fonte.
E alguém me segredava ao ouvido: atingiste o cume do monte sagrado!... Vive e morre aqui!... Divinizaste a tua vida, fugindo do mundo e dos homens...
Mas eis que penetram no ermo longínquo – estranhos rumores... De cidade em cidade, de aldeia em aldeia, andava o mais santo dos homens que à terra viera.
Descri dos rumores – meneei a cabeça... Se era santo esse homem, por que não fugia do mundo profano?...
Se era Deus – por que habitava nesse mundo imundo?...
Descrente, semicrente, deixei o meu ermo e vi esse homem...
Ouvi dos seus lábios sabedoria suprema.
- Vive no mundo – dizia ele – sem seres do mundo!
Não fujas dos homens – porque os homens de ti necessitam!
Não abandones o enfermo – sê-lhe médico e amigo!
Não deixes à beira da estrada o ferido viajor – pensa-lhe as chagas, leva-o à estalagem, vela à sua cabeceira!
Não deixes sem luz e consolo madalenas contritas e zaqueus penitentes!
Não desdenhes sentar-te à mesa com publicanos e pecadores – por mais que se escandalizem fariseus...
Fizeste bem, filho meu, em deixar o palácio de Herodes e buscar a Deus na solidão...
Entraste na escola do espírito, fugindo do analfabetismo da matéria...
Ingressa agora na academia do Evangelho e vive no meio dos homens para conduzi-los a Deus.
Não participes do seu materialismo – comunica-lhes tua espiritualidade.
Não sejas o que eles são – faze-os como és ou desejarias ser...
Não desças às baixadas do mal – eleva-os às alturas do bem...
Sê como um raio solar, que penetra em abismos imundos – e deles sai tão puro como entrou...
Como um raio de Luz, mantém o contato com a fonte – e ilumina o mundo...
Assim dizia o Mestre – e eu compreendi...
Deixei o meu ermo, deixei a minha orgulhosa suficiência – e voltei ao meio dos homens...
Fiz-me servo dos servos de Deus!"

Saulo, querido irmão de corpo e de alma, se Deus te quisesse lá de corpo e de alma, te faria nascer lá. Mas eu sou grata por "na vastidão do Universo e na imensidade do tempo, partilhar um planeta e uma época com você."
Com amor, seja benvindo!
Mírian Rebeca</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Saulo, enquanto lia pela terceira vez o &#8220;Varanasi&#8221; sabia que tinha algo que eu queria te escrever. Era a respeito de um texto que aí vai, que de tanto que gostei, acabei copiando-o no meu micro. Isto faz muito tempo&#8230; uns 6 anos. Para mim é a resposta para a pergunta que eu mesma fiz a você.</p>
<p>PERGUNTA: “Crês que precisamos de coisas assim de impacto para termos a verdadeira noção do que é a vida?”</p>
<p>RESPOSTA: &#8220;Servo dos servos de Deus&#8221; - Huberto Rohden - Livro &#8220;De Alma para Alma&#8221;</p>
<p>&#8220;Quando minh’alma chegou à compreensão da verdade, abandonou o palácio de Herodes e foi em demanda do ermo.<br />
Troquei os lautos festins do tetrarca pelos duros jejuns do austero penitente coberto de pele de camelo.<br />
Longe dos homens e das humanas seduções, queria eu servir a meu Deus.<br />
Orando e meditando – passei longos anos na longínqua solidão.<br />
Só me visitavam os chacais da estepe e umas aves erradias.<br />
Só me cantavam os ventos do deserto e o murmúrio duma fonte.<br />
E alguém me segredava ao ouvido: atingiste o cume do monte sagrado!&#8230; Vive e morre aqui!&#8230; Divinizaste a tua vida, fugindo do mundo e dos homens&#8230;<br />
Mas eis que penetram no ermo longínquo – estranhos rumores&#8230; De cidade em cidade, de aldeia em aldeia, andava o mais santo dos homens que à terra viera.<br />
Descri dos rumores – meneei a cabeça&#8230; Se era santo esse homem, por que não fugia do mundo profano?&#8230;<br />
Se era Deus – por que habitava nesse mundo imundo?&#8230;<br />
Descrente, semicrente, deixei o meu ermo e vi esse homem&#8230;<br />
Ouvi dos seus lábios sabedoria suprema.<br />
- Vive no mundo – dizia ele – sem seres do mundo!<br />
Não fujas dos homens – porque os homens de ti necessitam!<br />
Não abandones o enfermo – sê-lhe médico e amigo!<br />
Não deixes à beira da estrada o ferido viajor – pensa-lhe as chagas, leva-o à estalagem, vela à sua cabeceira!<br />
Não deixes sem luz e consolo madalenas contritas e zaqueus penitentes!<br />
Não desdenhes sentar-te à mesa com publicanos e pecadores – por mais que se escandalizem fariseus&#8230;<br />
Fizeste bem, filho meu, em deixar o palácio de Herodes e buscar a Deus na solidão&#8230;<br />
Entraste na escola do espírito, fugindo do analfabetismo da matéria&#8230;<br />
Ingressa agora na academia do Evangelho e vive no meio dos homens para conduzi-los a Deus.<br />
Não participes do seu materialismo – comunica-lhes tua espiritualidade.<br />
Não sejas o que eles são – faze-os como és ou desejarias ser&#8230;<br />
Não desças às baixadas do mal – eleva-os às alturas do bem&#8230;<br />
Sê como um raio solar, que penetra em abismos imundos – e deles sai tão puro como entrou&#8230;<br />
Como um raio de Luz, mantém o contato com a fonte – e ilumina o mundo&#8230;<br />
Assim dizia o Mestre – e eu compreendi&#8230;<br />
Deixei o meu ermo, deixei a minha orgulhosa suficiência – e voltei ao meio dos homens&#8230;<br />
Fiz-me servo dos servos de Deus!&#8221;</p>
<p>Saulo, querido irmão de corpo e de alma, se Deus te quisesse lá de corpo e de alma, te faria nascer lá. Mas eu sou grata por &#8220;na vastidão do Universo e na imensidade do tempo, partilhar um planeta e uma época com você.&#8221;<br />
Com amor, seja benvindo!<br />
Mírian Rebeca
</p>
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	<item>
		<title>por: Mírian Rebeca</title>
		<link>http://blog.isvara.com.br/2008/09/19/124/#comment-3206</link>
		<pubDate>Mon, 29 Sep 2008 21:07:56 +0000</pubDate>
		<guid>http://blog.isvara.com.br/2008/09/19/124/#comment-3206</guid>
					<description>Saulo, sugeriu-me através do Skype, já aqui no Brasil, que lesse este texto, mas eu  já o havia lido. E foi ele que me inspirou a te perguntar: "Crês que precisamos de coisas assim de impacto para termos a verdadeira noção do que é a vida?" 
Quando da outra vez li tuas palavras, pensei, como somos limitados, anestesiados, adormecidos diante de nossas vidas. Precisamos de vivências que nos acordem, nos sacudam e nos façam, não ter pontos-de-vistas diferentes, mas passarmos a ser o próprio "ponto" e assim descobrirmos nossa grandeza e nossa pequenez. 
As experiências são tuas, mas tenhas certeza que as lições e exemplo ficam. Seria uma boba se não as aproveitasse. Principalmente quanto a aprendermos a carregarmos os fardos que nos são dados, como presentes e com gratidão.
Te aguardo para ouvir cada palavra tua, com saudades.
Da irmã
Mírian</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Saulo, sugeriu-me através do Skype, já aqui no Brasil, que lesse este texto, mas eu  já o havia lido. E foi ele que me inspirou a te perguntar: &#8220;Crês que precisamos de coisas assim de impacto para termos a verdadeira noção do que é a vida?&#8221;<br />
Quando da outra vez li tuas palavras, pensei, como somos limitados, anestesiados, adormecidos diante de nossas vidas. Precisamos de vivências que nos acordem, nos sacudam e nos façam, não ter pontos-de-vistas diferentes, mas passarmos a ser o próprio &#8220;ponto&#8221; e assim descobrirmos nossa grandeza e nossa pequenez.<br />
As experiências são tuas, mas tenhas certeza que as lições e exemplo ficam. Seria uma boba se não as aproveitasse. Principalmente quanto a aprendermos a carregarmos os fardos que nos são dados, como presentes e com gratidão.<br />
Te aguardo para ouvir cada palavra tua, com saudades.<br />
Da irmã<br />
Mírian
</p>
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	<item>
		<title>por: Adriana</title>
		<link>http://blog.isvara.com.br/2008/09/19/124/#comment-3182</link>
		<pubDate>Thu, 25 Sep 2008 22:26:54 +0000</pubDate>
		<guid>http://blog.isvara.com.br/2008/09/19/124/#comment-3182</guid>
					<description>Saulo, quase sem palavras, venho parabenizar pelo modo como identificou a ìndia com toda sua beleza pitoresca e que muitos ainda não conseguem enxergar. Só conheço a Índia pelo coração e imagino a emoção de vocês ao vivenciar a grandiosidade desse país tão rico e tão pobre ao mesmo tempo. 
Com certeza, ninguém voltará dessa viagem sendo a mesma pessoa que era, pois a energia, os ensinamentos, as passagens deixarão marcas inapagáveis. 
Parabéns ao grupo e que Deus os iluminem a cada passo. 
NAMASTÊ</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Saulo, quase sem palavras, venho parabenizar pelo modo como identificou a ìndia com toda sua beleza pitoresca e que muitos ainda não conseguem enxergar. Só conheço a Índia pelo coração e imagino a emoção de vocês ao vivenciar a grandiosidade desse país tão rico e tão pobre ao mesmo tempo.<br />
Com certeza, ninguém voltará dessa viagem sendo a mesma pessoa que era, pois a energia, os ensinamentos, as passagens deixarão marcas inapagáveis.<br />
Parabéns ao grupo e que Deus os iluminem a cada passo.<br />
NAMASTÊ
</p>
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				</item>
	<item>
		<title>por: MARY</title>
		<link>http://blog.isvara.com.br/2008/09/19/124/#comment-3144</link>
		<pubDate>Fri, 19 Sep 2008 20:34:36 +0000</pubDate>
		<guid>http://blog.isvara.com.br/2008/09/19/124/#comment-3144</guid>
					<description>Saulo fui tomada por grande  emoção a forma com que vc. descreveu esta viagem. Senti uma vontade irrefreável de abraçá-lo.
 
Posso imaginar a grandiosidade da emoção que te envolve neste momento e partilho dela permitindo que  também eu seja envolvida e assim  adentro neste momento mágico que posso dizer: de nossas vidas.
 
Incorporo em meu ser essas experiências  vividas e reconhecidas permitindo que elas sejam ferramenta de transformação interior que tem como lenitivo o reconhecimento da grandiosidade  do CRIADOR e sobre o brilho desta revelação, aprendermos a ser AGRADECIDOS.
 
É através desse reconhecimento que lutaremos com mais afinco para sermos  pessoas  melhores, para despertarmos nosso real ser e assim nos sentirmos mais próximos desta GRANDIOSIDADE.
 
Uma vida a dois  para ser verdadeira precisa ser compartilhada mesmo que em posições diferentes. Eu estou aí  com você nesta viagem, de alma, mas meu corpo precisou estar aqui para mantermos nossa sobrevivência, pois nossas bases estão aqui e a Índia para nós não é para sempre. Há que se retornar e tudo precisa estar funcionando até lá. 
Esta é a vida  à dois. Um dia poderemos estar em invertidas posições e confio que vc. estará pronto para cumprir este papel.
 
Que os frutos desta experiência  sejam doces e que possamos levar um pouco dessa doçura à todos que de nós se acercarem.

Me fundo em vocês em rogo as bençãos de Deus.

Mary</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Saulo fui tomada por grande  emoção a forma com que vc. descreveu esta viagem. Senti uma vontade irrefreável de abraçá-lo.</p>
<p>Posso imaginar a grandiosidade da emoção que te envolve neste momento e partilho dela permitindo que  também eu seja envolvida e assim  adentro neste momento mágico que posso dizer: de nossas vidas.</p>
<p>Incorporo em meu ser essas experiências  vividas e reconhecidas permitindo que elas sejam ferramenta de transformação interior que tem como lenitivo o reconhecimento da grandiosidade  do CRIADOR e sobre o brilho desta revelação, aprendermos a ser AGRADECIDOS.</p>
<p>É através desse reconhecimento que lutaremos com mais afinco para sermos  pessoas  melhores, para despertarmos nosso real ser e assim nos sentirmos mais próximos desta GRANDIOSIDADE.</p>
<p>Uma vida a dois  para ser verdadeira precisa ser compartilhada mesmo que em posições diferentes. Eu estou aí  com você nesta viagem, de alma, mas meu corpo precisou estar aqui para mantermos nossa sobrevivência, pois nossas bases estão aqui e a Índia para nós não é para sempre. Há que se retornar e tudo precisa estar funcionando até lá.<br />
Esta é a vida  à dois. Um dia poderemos estar em invertidas posições e confio que vc. estará pronto para cumprir este papel.</p>
<p>Que os frutos desta experiência  sejam doces e que possamos levar um pouco dessa doçura à todos que de nós se acercarem.</p>
<p>Me fundo em vocês em rogo as bençãos de Deus.</p>
<p>Mary
</p>
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