Viagem 12/2006-01/2007 - Parte II
Com os sadhus em Orcha
5 de Janeiro de 2007 às 20h 44m · Andrês ·
Depois de Agra, partimos rumo a Kajuraho. Fomos primeiro de trem até uma cidadezinha chamada Jhansi e, desde ali, seguimos viagem de ônibus.

No caminho passamos numa cidade que não faz parte do circuito turístico, chamada Orcha. Nela há palácios que, por falta de patrocínio para uma adequada conservação, estão deteriorados e alguns templos.

Orcha 2 - Orcha 2
Mas nós, que vínhamos de ver incríveis palácios e fortes e que estamos indo a Kajuraho onde entraremos em diversos templos, preferimos aqui caminhar pelas ruas do vilarejo entrando em contato com as pessoas, sentindo e conhecendo um pouco da vida que pulsa longe das grandes cidades numa típica cidadezinha do interior da Índia.

O ponto alto foi o encontro de um grupo de sadhus com o qual pudemos interagir um pouco e tirar fotos. Sadhus são pessoas que se afastaram do caminho trilhado pela maioria, escolhendo a prática de técnicas ascéticas. Eles têm o mínimo possível de posses materiais: uma ou duas peças de roupa, um pote –que tanto serve para beber água quanto para colocar os alimentos e às vezes algum bastão ou tridente que simbolizam sua consagração.

Orcha 4 - Orcha 4
Alguns praticam a meditação, outros praticam diversas técnicas de controle do corpo e da mente e há, ainda, aqueles que simplesmente vivem uma vida de andarilhos.
Respeitados pela sociedade indiana, eles recebem apoio e suporte das pessoas pois os consideram exemplos vivos da superioridade da alma sobre a mente e da mente sobre o corpo

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A visita ao Taj Mahal
4 de Janeiro de 2007 às 14h 36m · Andrês ·
Que melhor forma de iniciar o ano de 2007 do que visitando o Taj Mahal? Pois bem, foi exatamente isso que fizemos na manhã do dia primeiro. Saímos bem cedo e depois de um breve percurso no nosso ônibus, chegamos na entrada do Taj. As normas de segurança para a visita são semelhantes às vigentes nos vôos: Não é possível entrar carregando nada que, mesmo de longe, possa representar qualquer perigo para o monumento ou para os visitantes. Assim, deixamos tudo no ônibus e levamos somente a câmera de fotos, papéis, óculos, documentos e a roupa do corpo. Depois de passar pelo detector de metais e por uma rápida revista, avançamos em direção a uma imponente entrada. Ao atravessá-la… lá estava ele! Escondido entre a neblina matinal, como numa aparição onírica a silhueta sinuosa e perfeitamente equilibrada do Taj Mahal nos dava as mais belas boas-vindas.



O Taj Mahal não é nem um palácio nem um santuário, é o túmulo que guarda os restos de uma rainha muçulmana e de seu apaixonado marido, o Shah Jahan. Ela deu ao sultão treze filhos em pouco mais de quinze anos, porém no décimo quarto parto, partiu desse mundo. Ninguém sabe quais foram suas últimas palavras ou o que eles conversaram entre si, mas a lenda diz que ela pediu a ele que fizesse algo para lembrá-la eternamente.


Então, o Shah Jahan mandou vir mais de vinte mil artistas de toda a Índia, Turquia, Pérsia, França e Itália e pedras preciosas de lugares igualmente distantes para construir a sétima maravilha do mundo, à qual denominaria da forma que sua amada era chamada no reino: “A Jóia da Coroa” ou “Taj Mahal”.
Um dos resultados de sua ousadia é a nossa visita alguns séculos depois, vindos de mais longe que os seus artistas: será que ele chegou imaginar algo assim?


Na manhã da nossa visita, o clima estava frio, a névoa densa e havia poucas pessoas nessa hora; porém isso mudaria radicalmente uma hora depois. Por isso, decidimos que iríamos entrar no interior do Mausoléu primeiro e tiraríamos fotos do exterior mais tarde, quando o sol começasse a impor a sua presença luminosa.



Normalmente uma coluna de pessoas vai entrando dentro do Taj, onde é possível permanecer apenas alguns poucos minutos. Dessa vez, por ser muito cedo e ter poucas pessoas, pudemos passar um longo tempo contemplando as formas esculpidas em mármore, as incrustações de pedras semi-preciosas, ouvindo as explicações do guia que nos chamava a atenção para detalhes arquitetônicos e nos relatava histórias e fornecia dados referentes à construção do monumento.
Depois disso, visitamos a mesquita que se ergue ao lado esquerdo do Taj e tiramos dezenas de fotos procurando captar nas diferentes perspectivas e luminosidades as nuances apaixonantes do nosso deslumbramento.



À tarde visitamos o Forte de Agra, onde morava o Shah Jahan, em seus aposentos de mármore. E como toda história humana tem muitas facetas, eis que nossa bela história de amor demonstra o seu lado obscuro. Depois de ter concluído o Taj Mahal, o rei muçulmano teve o desejo de construir uma réplica do mesmo, agora em mármore negro, que seria o seu próprio túmulo. Isso levaria à falência o reino já empobrecido pela construção do Taj Mahal. Um dos seus filhos, numa revolta palaciana, ocupou o trono e prendeu o pai numa ala do palácio que dava de frente para o Taj. Ali, ele passaria os últimos anos de sua vida.


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FELIZ ANIVERSÁRIO
4 de Janeiro de 2007 às 14h 07m · Rosalice ·
Para Andrês……
E ao raiar deste novo dia
traga-lhe meu DEUS, mais um ano de vida,
repleto de paz e alegria.
O que oferecer àquele que eu chamo de “mestre dos mestres” ?
Considerando a distância, resolvi enviar um pacote de “agradáveis sensações”, pois certamente já as têm registradas na memória. Assim, poderá curtir esse carinho de aniversário, mesmo do outro lado do mundo.
- um raio de luz, na escuridão…
- um rosto conhecido na multidão.
- Um ramo florido ,na região árida…
- um gole de chá quente , na manhã gelada.
- Um olhar amigo, numa situação crítica de reprovação…
- um grande amor prá preencher o coração.
- Uma brisa fresca que alivie o calor…
- um suspiro profundo , na extrema dor.
- Uma boa leitura, que permita levar o pensamento à lugar distante…
- uma música suave, que transforme emoção em letra cantante.
- A justiça perfeita revertendo situação de abuso…
- a palavra romântica , quase esquecida pelo desuso.
- A fascinante dança do universo, na plenitude da vida…
- o retorno, após longo tempo, de uma pessoa querida.
- O prazer da meditação dando equilíbrio e lucidez…
- um forte abraço, para o aniversariante ANDRÊS !!!!!!
Rosalice
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Réveillon em Agra
2 de Janeiro de 2007 às 21h 30m · Andrês ·
Chegamos em Agra no final da tarde. O ônibus abre caminho por ruas apinhadas, por onde circulam todos os tipos imagináveis de veículos. E isso não é uma forma de linguagem. Nessa hora vemos inúmeros modelos de carros e caminhões alguns novos, outros velhos e ainda outros velhíssimos. Olhando pela janela encontramos pessoas andando de bicicleta, de motos, de rikshaw (tipo de triciclo) e de motorikshaw (tipo de triciclo motorizado). Entre buzinhas e ruas estreitas, o transito fica lento devido aos carros puxados por bois ou por camelos. E tudo isso ocorre em meio a muitas vacas, poucos cachorros, algumas cabras e um mundo inquieto e colorido de pessoas que atravessam as ruas a qualquer momento -pois nessa cidade não há semáforos!

As pessoas de nosso grupo –como no grupo anterior… e no anterior!– fica hipnotizadas por esse caos e desejariam sair do nosso ônibus para se misturar ao fluxo confuso não fosse o fato de hoje ser o último dia do ano, e ainda ser preciso se preparar para a festona que teremos no hotel: descarregar as malas, tomar um banho e, no caso das mulheres (que são maioria no grupo), aprender a colocar o sari –escolhido com tanto cuidado para esta ocasião.

O Réveillon é uma festa ocidental, comemorada na Índia em algumas comunidades e famílias cristãs e, na área em que estamos, apenas nos hotéis para turistas. No hotel em que estamos hospedados a festa é exclusiva e inclui uma farta mesa com bebida livre e enorme diversidade de pratos indianos e ocidentais que faz as delícias dos mais de 300 convidados. No palco vários músicos e cantantes apresentam os temas que estão na moda, mexendo o corpo ao melhor estilo ocidental. Uma pista de dança com canhão de luzes e um som potente completam o quadro. A maioria dos participantes é formada por indianos, jovens, e certamente de classe alta. As mulheres de nosso grupo estão lindíssimas luzindo saris coloridos. Alguns dos homens também aderiram ao estilo indiano e se apresentam majestosos em suas roupas recém compradas. Depois do jantar, alguns vão até a pista para dançar os últimos hits indianos.
A meia-noite se aproxima e, no meu modesto entender, viemos até aqui para experienciar coisas diferentes (ainda que escutar música ocidental cantada em hindi é algo realmente exótico!) e que nutram a nossa alma. Comento isso com um dos membros do grupo e proponho irmos receber o ano novo meditando no quarto de alguém. Ele adere entusiasticamente à idéia e, como é uma pessoa que pensa criticamente levanta uma questão: “Será que não estamos ficando velhos? Será que não estamos ficando reacionários?” De fato, antes éramos nós os que agitávamos o mundo, os que escandalizávamos nossos pais! Consideramos a idéia desde diferentes ângulos e concluímos com certeza: vamos meditar!!! O grupo aceita a idéia, inclusive aqueles que nunca meditaram, e assim trocamos a tenda da agitação pelo nosso templo de serenidade.

Quando o ano novo chega, ele nos encontra formando um círculo, abraçados, considerando o que realmente queremos das nossas vidas, entrando em contato com o que há de significativo em nós, abrindo-nos ao nosso próprio coração, tentando ouvir a sua voz. Só posso dizer que foi maravilhoso!
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Fateh Pur Sikri
2 de Janeiro de 2007 às 19h 28m · Andrês ·
No caminho para Agra, respondo às perguntas dos membros do grupo que, a essa altura da viagem, parecem multiplicar-se geometricamente.

A estrada está em obras, irá ser duplicada. Um ano atrás, essas obras de ampliação eram praticamente inexistentes. Certamente os ingressos que o turismo trás para a Índia está por trás do grande investimento necessário para construção de uma rodovia ao estilo ocidental. Vendo isso, me vem à mente algo que comentava com um amigo alguns meses atrás: “É preciso conhecer a Índia antes que acabe!” Certamente trata-se de uma fala informal, reducionista e imprecisa. Nela não quero ter razão, porém apenas expressar o meu sentimento: dói imaginar que a magia presente nos detalhes desta cultura milenar possa ceder seu lugar para a eficiência compulsiva dos tempos atuais.

Respiro, aliviado desses sentimentos, ao entrar em Fateh Pur Sikri. Antes de chegar em Agra paramos para ver esta cidadela de pedra. Ela foi construída para comemorar uma vitória especial do Sultão de Agra: a obtenção de um filho homem, seu herdeiro.
Ela é feita de arenito vermelho, uma pedra dura e resistente. A cidadela se desdobra em praças e recintos, articulando espaços públicos e privados, e respeitando e valorizando as principais religiões com símbolos presentes nos seus detalhes arquitetônicos.

Ao sairmos do Palácio, quando parece que tudo já foi visto, o grupo é surpreendido por uma enorme construção que fica a poucos minutos de caminhada: é a mesquita. Depois de um percurso entre vendedores insistentes –que certamente são diplomados na arte da negociação!– entramos num outro complexo, cheio de gente, cheio de vida. Alí está o túmulo do santo sufi que profetizou que o Sultão finalmente teria um filho homem. Em reconhecimento pelas suas orações o Sultão construiu uma belíssima mesquita em que colocou o túmulo do santo, todo em mármore branco. Até hoje as pessoas de todas as religiões vem até este lugar para amarrar um barbante numa das janelas do túmulo, rezando para ter um filho menino.
Um grupo tocando harmônio e tablas e cantando hinos cria, junto com a beleza da arquitetura, uma intensa atmosfera devocional.

Saindo da mesquita encaramos o choque com a realidade mundana: antes de voltar ao ônibus, precisamos passar por mais uma sessão de resistência às compras ou de negociação eficiente. De fato dezenas de vendedores nos envolvem com uma insistência que nos leva da irritação à risada. Os que não querem comprar usam toda sua criatividade tentando diversas estratégias: Um tenta não responder aos pedidos, (ainda quando osseus olhos curiosos passeando pelos objetos oferecidos, parecem passar uma mensagem diferente para o vendedor); outros dizem “não” em vários idiomas, outros aceleram o passo, outro começa a aplicar a mesma técnica: tira uma caneta do bolso e tenta vender aos vendedores! Os que querem comprar oferecem metade do que o vendedor pede e criam argumentos para sustentar sua oferta, o vendedor responde e a diversão continua até entrarmos no ônibus. Ali, estamos a salvo… até que alguém do grupo decide que realmente quer comprar alguma coisa oferecida por esses vendedores! E ai tudo começa de novo, agora com uma importante vantagem: estarmos partindo. E nessas condições os preços caem drasticamente…o que torna as ofertas mais tentadoras e demora nossa partida mais um pouquinho!
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Templo de Lakshmi e Vishnu
1 de Janeiro de 2007 às 19h 28m · Andrês ·
Hoje saímos do hotel e, rumamos para Agra. Antes de sair de Jaipur, paramos para visitar o Narayan Lakshmi Temple.
Para os hindus, assim como para qualquer pessoa esclarecida, a causa do universo –também chamada de ‘Deus’– é única e a mesma para tudo que existe. Assim como eu, mesmo tendo diferentes papéis (como, por exemplo, os de pai, esposo, filho, irmão, etc) sou apenas um; Deus é um, mesmo quando tem múltiplas funções. Eles, porém, consideram benéfico representar essa totalidade, essa inteligência que permeia todos os fenômenos do universo de formas diversas, visando facilitar uma compreensão mais precisa e abrangente.

Esse templo é dedicado às representações tradicionais de Deus quando ele exerce a função de preservador, quando mantém e incrementa; em outras palavras, quando outorga saúde e prosperidade. Nele temos esse princípio representado em forma masculina –Vishnu– e em forma feminina –Lakshmi.
É um tempo recente, feito em mármore branco e contendo esculturas dos principais sábios, não apenas da tradição hindu, mas também das mais diversas religiões.
Nos descalçamos para entrar nele, caminhamos ao redor do que poderíamos chamar de “altar”, recebemos das mãos do sacerdote a “prasada”, docinhos como os que uma mãe faz para receber os seus filhos.

A atmosfera é de intensa beleza. Eu busco alguns momentos de introspecção depois de explicar ao grupo o sentido do que estamos vendo e fazendo. Ao sair do recinto do templo para tirar algumas fotos do exterior, vejo um grupo de adolescentes indianos convidando nosso grupo para tirar fotos juntos. Agora não mais somos nós fotografando eles, os papéis se inverteram: nós somos os estranhos e eles querem nos fotografar!

Como sempre, a relação com os indianos é agradável, respeitosa e divertida. Todos rimos juntos mostrando que as diferenças não apenas podem ser respeitadas, mas também apreciadas e que a fraternidade é possível.
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Jaipur e seus palácios imperiais
1 de Janeiro de 2007 às 19h 27m · Andrês ·
Bem cedinho, de manhã, saímos do hotel rumo ao Forte Amber. Teve que ser cedo para podermos subir a colina que nos leva até as portas do palácio do Rajá montados em elefantes. Há uma certa excitação no ar enquanto percorremos as ruas da cidade que desperta para um novo dia.
O ônibus pára para descermos e fotografar o Palácio dos Ventos. O guia nos explica que as mulheres do harém do Rajá não podiam sair do palácio e, assim, olhavam a vida que acontecia fora das muralhas reais através das janelas. Estas foram feitas de tal modo que desde fora não desse para ver o rosto das donzelas, enquanto que elas podiam ver claramente tudo que acontecia nas ruas do reino.
O Palácio dos Ventos, assim como muitos outros prédios, tem a coloração rosada que dá nome à cidade (Jaipur quer dizer Cidade Rosada).
Tiramos muitas fotos pois, ao descermos, além do palácio encontramos uma multidão de vendedores e crianças –cada rosto merecendo uma dúzia de fotografias!- e ainda os “encantadores de serpentes” tocando suas flautas enquanto as cobras surgem das cestas recriando a atmosfera oriental digna de um conto das “Mil e uma noites”.



Lembro às pessoas que a parada precisa ser breve pois temos que chegar cedo no outro palácio e, pouco a pouco, relutantemente, todos vão entrando no ônibus. Depois de uns quinze minutos de percurso, avistamos, no topo de uma colina, as muralhas de um grande palácio. Nova parada para fotos. Ninguém imagina que por trás dessas muralhas desgastadas pelo tempo encontraremos preciosidades capazes de atrair visitantes do mundo todo.

Mais alguns minutos e chegamos a tempo para montar nos elefantes que nos levarão até o topo da colina. Com o coração acelerado nos sentamos na “montura” (veja a foto) e aos poucos vamos nos acostumando com o balanço rítmico dos seus passos lentos e pesados. Finalmente, como o Maharaja alguns séculos atrás, fazemos nossa entrada triunfal no pátio do palácio. Ao descermos, agitados e felizes, compartilhamos todos os detalhes a essa aventura ímpar!



Já dentro do palácio, o guia nos revela histórias de guerras, amores, conquistas e morte e nos relata cada detalhe do uso e da história das dependências do enorme castelo.


A saída do local contrasta com a pompa da chegada: o fazemos como rajás em fuga! Pegamos vários jeeps, procurand nos desvencilhar dos numerosos vendedores que oferecem todo tipo de lembranças argumentando veementemente de mil formas e em vários idiomas, oferecendo preços cada vez mais baixos, insistindo com a persistência digna dos grandes guerreiros desta terra.
Nesse longo e intenso dia, iremos ainda ver o Observatório construído pelo rajá, onde se encontra o maior relógio de sol do mundo e as belezas do Palácio da Cidade.
No final da tarde, cumpro minha promessa e levo o grupo para comprar roupas indianas pois, como eles afirmam: “Afinal temos que ter roupa apropriada para o reveillon mais exótico das nossas vidas!”
Mas o dia ainda não acabou!!! Temos um jantar onde alguns músicos e uma dançarina, apresentam um número folclórico, num ambiente ao ar livre, aquecidos por fogueirinhas…


Estamos cansados, é hora de dormir. Amanhã sairemos cedo: vamos passar o réveillon na cidade do Taj Mahal!
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1 Comentário »
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Planos de saúde disse,
6 de Março de 2009 @ 15h 39m
Que fotos lindas, parabéns !